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Esta comunicação pretende discutir e analisar alguns depoimentos de mulheres que abordam o período da ditadura militar no Brasil. Os depoimentos analisados foram recolhidos no âmbito de um projeto de pesquisa nacional, intitulado “Marcas da Memória”, que recolheu depoimentos, em todo o país, de pessoas que foram afetadas pela ditadura: ex-presos políticos, exilados, familiares de mortos e desaparecidos, advogados, grupos de direitos humanos, militantes políticos, entre outros. O projeto reuniu, em convênio, o Ministério da Justiça e várias universidades federais. Esteve a meu cargo a realização de entrevistas e a organização do acervo de depoimentos da região sudeste que foi coordenado a partir da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Para esta apresentação selecionamos alguns depoimentos de mulheres, tendo como eixo a questão: existe uma especificidade de gênero na vivência e no enfrentamento da violência política? Qual seria esta especificidade? Como ela aparece nos depoimentos?
Junto com esta questão central, colocamos também outras perguntas que se articula a ela: qual o lugar da subjetividade – da expressão de sentimentos e emoções – na narrativa histórica? E, finalmente, qual o estatuto do depoimento como fonte histórica?
Essa apresentação parte dessas questões apara analisar um conjunto de depoimentos de mulheres do acervo “Marcas da Memória”.