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Os fenômenos publicitários surgem com força no contexto mercadológico há menos de um século. Desde a crise de 1929 que os modos de “tornar público” produtos e serviços se desenvolvem e ampliam seu alcance. Tais práticas caem no gosto popular e passam a participar dos processos econômicos e sociais dos grupos subalternos. Fora dos fluxos hegemônicos dos grandes veículos de comunicação, a publicidade popular ocupa os espaços das cidades junto aos produtos e serviços comercializados pelos vendedores ambulantes e camelôs. As práticas publicitárias ordinárias, produzidas a revelia das regras gerais da publicidade oficial, servem para pensarmos nessa poética como resultado de um processo Decolonial de apropriação e produção de dispositivos publicitários. Decolonial na medida em que não nega ao oficial, mas gera outras relações pautadas nos contextos locais nos quais se aplicam. Esses dispositivos têm apelos efetivos e cumprem seus objetivos além de gerar outras perspectivas. Nesse contexto de apropriação, produção e comercialização que este trabalho pretende versar.