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Session Submission Type: Panel
As recentes mudanças políticas em vários paises incluindo Argentina, Brasil Paraguai, e Ecuador com novos (ou velhos) governos sustentados por forças conservadoras, tem gerado preocupações sobre possíveis retrocessos nas agendas de direitos humanos e de igualdade de gênero nestes países. Depois de importantes avanços, certamente não lineares ou isentos de contradições, que levaram inclusive a criação de espaços dentro da estrutura dos governos dedicados à defesa dos direitos humanos, gênero e raça/etnia, os feminismos enfrentam hoje um cenário político adverso.
Os trabalhos apresentados procuram discutir de que maneira os feminismos estão se reposicionando frente a esta nova conjuntura política e lidam com questões, tais como: os novos espaços e táticas de ativismo feminista; a relação dos feminismos com o estado e os partidos políticos; as novas alianças com atores não necesariamente feministas [ou movimentos mixtos??] que estão se formando frente aos retrocessos políticos.
Multiplicação dos Feminismos e o Retrocesso Institucional no Brasil! - Maria Amélia de Almeida Teles, União de Mulheres de São Paulo
O feminismo e a conjuntura conservadora no Brasil - Bila Sorj, Universidade Federal do Rio de Janeiro
Autonomía para decidir, poder para avanzar. Retos, desafíos y voces feministas del Paraguay post-Curuguaty - José E Szwako, UERJ
NiUnaMenos en Argentina: acontecimiento y agenda(s) - Rocío Annunziata, Instituto de Investigaciones Gino Germani- Universidad de Buenos Aires- Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas