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Busca-se refletir sobre os limites e possibilidades do movimento social ambientalista brasileiro nas últimas décadas. A atual crise ambiental global tem como centralidade as mudanças climáticas e seus efeitos nos contextos locais. A partir das décadas de 70 e 80, emerge no Brasil o debate sobre desenvolvimento sustentável influenciado por uma pauta internacional de setores interessados em manter as relações vigentes na sociedade capitalista de mercado. O movimento ambientalista surge como referencial crítico desta perspectiva de sociedade ao organizar suas práticas sociais no âmbito da sociedade civil, visando uma cidadania de sustentabilidade socioambiental. Norteia a reflexão a questão sobre quais aspectos influenciam a constituição da práticas sociais de sustentabilidade das lideranças comunitárias que residem nas cidades a partir do território da bacia hidrográfica, visando configurar os aspectos que constituem tais prática de sustentabilidade e indicar seus resultados como um aprendizado autoconstruído por tais lideranças. Para tanto as referências teóricas são Jacobi(1995/2005), Sthael(1995), Gohn(1994), Rosa(1999), Santos(2002) e Porto(2005), Dagnino(2004), Lima(2009) entre outros. A prática social destas lideranças foi construído no movimento social, na participação e de organização social, de lutas e conflitos sociais determinados pela relação Estado/sociedade para garantir direitos e políticas públicas asseguradoras da cidadania. Buscou-se contribuir para indicar novos referenciais de análise na perspectiva de indicar aspectos de limites e possibilidades no contexto das práticas de sustentabilidade no enfoque de construção de uma cidadania ambiental e planetária.